Estrelando: Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse
Nota: 9/10
Título: Reviving Izabel (Na companhia de assassinos #2)
Autora: J. A. Redmerski
Nota: 9/10
Confira a parte I aqui!
Confira a parte II aqui!
Confira a parte III aqui!
ÚLTIMA PARTE!! FINALMENTE (hahaha!). Bom, por incrível que pareça eu consegui ler mais alguns livros além desses aqui, mas eu vou fazer a resenha (ou coluna) com eles depois.
Feche bem os olhos - John Verdon
Nota: 8/10
Skoob
David Gurney sempre foi viciado em resolver enigmas. Mesmo dois anos depois de ter trocado a carreira policial pela pacata vida no campo, sua mente investigativa não consegue resistir a uma boa charada. Foi assim com o caso do Assassino dos Números, um ano antes. Agora, a história se repete quando ele é convidado para trabalhar como consultor e ajudar a polícia a desvendar um instigante homicídio. Jillian Perry, uma jovem de 19 anos, foi morta de maneira brutal no dia do próprio casamento. Todas as pistas apontam para um misterioso jardineiro, só que nada mais na história se encaixa: o motivo, o lugar onde a arma do crime foi deixada e, principalmente, o modus operandi. A princípio, David reluta em aceitar o convite, preocupado em preservar seu casamento, já que sua esposa, Madeleine, é totalmente avessa ao seu envolvimento em qualquer assunto policial. Porém, recusar-se a participar da investigação seria ir contra sua essência e David acaba se convencendo de que não conseguirá dormir em paz enquanto o criminoso estiver à solta. Quando começa a entrevistar parentes e conhecidos de Jillian e a avançar no caso, fica claro que o assassino é não só mais inteligente e implacável do que ele esperava, como também destemido o suficiente para atacar seu ponto fraco. David terá que pensar além das evidências para desvendar o quebra-cabeça mais sinistro com que já se deparou.
(Imaginei a Erin Heatherton como Tate e o Jared Followill como Jared, risos eternos).
Confira a parte II aqui!
Confira a parte III aqui!
ÚLTIMA PARTE!! FINALMENTE (hahaha!). Bom, por incrível que pareça eu consegui ler mais alguns livros além desses aqui, mas eu vou fazer a resenha (ou coluna) com eles depois.
Feche bem os olhos - John Verdon
Nota: 8/10
Skoob
David Gurney sempre foi viciado em resolver enigmas. Mesmo dois anos depois de ter trocado a carreira policial pela pacata vida no campo, sua mente investigativa não consegue resistir a uma boa charada. Foi assim com o caso do Assassino dos Números, um ano antes. Agora, a história se repete quando ele é convidado para trabalhar como consultor e ajudar a polícia a desvendar um instigante homicídio. Jillian Perry, uma jovem de 19 anos, foi morta de maneira brutal no dia do próprio casamento. Todas as pistas apontam para um misterioso jardineiro, só que nada mais na história se encaixa: o motivo, o lugar onde a arma do crime foi deixada e, principalmente, o modus operandi. A princípio, David reluta em aceitar o convite, preocupado em preservar seu casamento, já que sua esposa, Madeleine, é totalmente avessa ao seu envolvimento em qualquer assunto policial. Porém, recusar-se a participar da investigação seria ir contra sua essência e David acaba se convencendo de que não conseguirá dormir em paz enquanto o criminoso estiver à solta. Quando começa a entrevistar parentes e conhecidos de Jillian e a avançar no caso, fica claro que o assassino é não só mais inteligente e implacável do que ele esperava, como também destemido o suficiente para atacar seu ponto fraco. David terá que pensar além das evidências para desvendar o quebra-cabeça mais sinistro com que já se deparou.
Aqueles livros que te conquistam pela sinopse, mas na hora da história não te agradam tanto. Quantas vezes já não me conquistei pela capa/sinopse/recomendação e quebrei a cara ao ler o livro? Várias. Foi exatamente o que aconteceu comigo enquanto eu lia esse livro. Não sei se já mencionei aqui a minha paixão por romances policiais, mas é imensa! Eu sempre tive curiosidade nesses assuntos policiais (inclusive uma das minhas séries favoritas é policial - não é CSI). Esse livro é uma sequência, mas não tem nenhum spoiler ou nada disso. O livro tem uns temas, digamos que, polêmicos (inclusive violência sexual, estupro e psicopatas), mas sem um real significado disso, deixe-me explicar: não tem um fundo real ou um motivo profundo para que essas pessoas cometessem um crime tão sujo, pois ele escreve de uma forma muito fria e que você acaba não conseguindo expressar nenhuma raiva/ódio (quando eu leio policiais geralmente eu fico com medo de acontecer comigo, odiando o criminoso, buscando outras alternativas etc), mas nesse simplesmente não aconteceu. Ficou um pouco "vago".
Isso me frustra! Eu amo romances policiais - bem escritos - me dá uma emoção/medo/suspense, no livro que eu simplesmente acabo não parando de ler até o livro terminar. Verdon não me agradou tanto no primeiro livro, mas li o segundo na esperança que fosse gostar. E um dos motivos que mais me decepcionaram são os personagens - a esposa do Gurney é em muitas falas chata - e a parte engraçada acaba ficando com Hardwick.
Eu não recomendaria a todo mundo um romance policial, mas quem quiser ler, fica aí a recomendação.
Bully - Penelope Douglas
Nota: 9/10
Meu nome é Tate. Ele não me quer, apesar de me chamar. Ele nunca iria se referir a mim de modo informal, se ele se referisse a mim. Somos vizinhos, e uma vez, nós fomos melhores amigos. Mas então, num verão, ele se virou para mim e cumpriu a sua missão de estragar a minha vida em todas as oportunidades. Fui humilhada, excluída e a fofoca todo o ensino médio.
Suas brincadeiras e rumores ficaram mais sádicos conforme o tempo foi passando, e eu fingi estar doente tentando me esconder dele. Eu me preocupava com o que havia em cada esquina e atrás de cada porta. Então eu parti. Passei um ano estudando no exterior e desfrutando a liberdade da vida sem Jared. Agora estou de volta para terminar o ensino médio e dar o fora daqui para sempre. Eu espero que depois de um ano de espaço para respirar, ele tenha seguido em frente e esquecido tudo sobre mim. Porque mesmo que ele não tenha mudado, eu mudei. Eu não estou interessada em evitá-lo ou dar a outra face de novo. Nós bateríamos de frente, porque nenhum de nós quer voltar atrás.
O que me interessou no livro, realmente, foi a sinopse (porque não me agradou, confesso hahaha!). Me intrigou o fato do "quais foram os motivos de Jared, afinal?" e eu realmente quis saber como esse livro terminava, porque eu imaginei algo mais Revenge e tal, mas foi meio que uma surpresa. O Jared no início me irritou, sempre querendo estar por cima e sempre humilhando a coitada da Tate - que nunca entendeu o motivo por trás das zoações, afinal eles sempre foram muito amigos -, tinham horas que eu simplesmente queria entrar no livro e chutar o Jared. Cansada disso tudo, Tate decide ir para França. Mas aí, como já dizia a memorável frase tudo que vai volta. E voltou.
Tate voltou melhor, mais madura e decidida a não ser mais humilhada. Mil pontos a ela, afinal é a volta por cima que ela está dando. Porém, Jared não ia deixar barato. Mas, Tate conta com ajuda de sua melhor amiga K.C e do então namorado dela, Liam. Tate sempre foi bonita e agora parecia atrair mais a atenção de Jared.
Falar em Jared, eu tive uma relação muito em cima do muro com ele. Ora amava, ora odiava. Odiava pelo simples fato de fazer o que ele fez - tinham brincadeiras que passavam do limite -, mas o Jared tem aquela pose de bad boy, que deixa qualquer pessoa voando com os pensamentos dele. Porém, quando eu li a história do Jared eu fiquei até com pena - eu não disse "com vontade de perdoá-lo" - ele tem sua própria carga de problemas pessoais bem pesadas, mas nada que justificassem o que ele fez (que não foi pouca coisa, relembrando). Admito.
O livro tem uma história bem interessante, apesar de ser new adult - e sempre repito, new adult, as vezes, é bem repetitivo -. Fica a recomendação para quem curte o gênero.
Atormentada - Jeannine Garsee
Nota: 10/10
Rinn é uma garota bipolar, que mantém o transtorno sob controle com a ajuda de medicação. Ela mora com a mãe e estuda no Colégio River Hills, onde dizem que a piscina é assombrada por Annaliese, uma adolescente que se afogou ali vinte anos antes. Quando coisas terríveis começam a acontecer aos seus colegas e não a ela, Rinn promete descobrir por que não pode ser “atingida” pelo espírito de Annaliese. Ela consegue fazer contato com o fantasma, que não se mostra nada pacífico. Ao descobrir o motivo, Rinn pede ajuda para seu namorado Nate, e elabora um perigoso plano para descobrir a verdade. Logo realidade e fantasia se confundem, até Rinn perceber que é quase impossível diferenciá-las. Diante de uma força malévola que ameaça a vida de todos de quem ela gosta, Rinn se pergunta se de fato pode confiar no que sente ou se está novamente perdendo o contato com a realidade.
Perturbador. Permitam-me explicar: o livro é narrado em primeira pessoa, ou seja, a autora nos dá a sensação real de que estamos na mente de uma pessoa com transtorno bipolar. Podemos ter uma pequena sensação do que se passa na mente de Rinn. O livro é, em algumas cenas, bem assustador. Eu mesma me senti no papel da "Rinn", enquanto eu lia e me imaginei na situação dela. Afinal, pensem comigo complicado é a palavra certa. Ela tem alguns problemas de socialização - justamente por causa do seu distúrbio - e agora imaginem se ela sair por aí dizendo que ela viu um fantasma! No mínimo já seria um motivo muito bom para internar qualquer pessoa.
A autora soube focar muito bem na Rinn e nos personagens secundários - inclusive Nate - que foram surgindo no livro, e aprendendo a modificá-los ao longo dele.
Dei nota máxima, porque foi uma leitura diferente e que me pareceu muito algum filme de suspense.
O Príncipe (The Prince) - Kiera Cass
Nota: 10/10
Antes que trinta e cinco garotas fossem escolhidas para participar da Seleção... Antes que Aspen partisse o coração de America... Havia outra garota na vida do príncipe Maxon. Conto inédito e gratuito, O Príncipe não só proporciona um vislumbre dos pensamentos de Maxon nas semanas que antecedem a Seleção, como também revela mais um pouco sobre a família real e as dinâmicas internas do palácio. Você descobrirá como era a vida do príncipe antes da competição, suas expectativas e inseguranças, assim como suas primeiras impressões quando as trinta e cinco garotas chegam ao palácio. É uma leitura indispensável a todos que terminaram A Seleção e ficaram querendo mais! Ao final, contém os dois primeiros capítulos de A Elite, segundo volume da trilogia.
Meu amor por Maxon pode ficar ainda maior? hahaha! Sério, depois de ler esse livro eu tive plena certeza de quem eu escolheria, se fosse a America (ainda falta ler The Guard e The One, mas por 3 livros eu estou optando por Maxon). É um conto muito pequeno, não seja nem a ter 100 páginas, mas é encantador. Você olha o Maxon diferente, acaba entendendo que a vida dele não é nenhum mar de rosas e acaba se apaixonando ainda mais. Eu sempre fui curiosa de como seria a vida de Maxon antes da Seleção e pude ter uma pontada de satisfação quando eu o li. Vale super a pena, e sim, contém spoilers.
Bom, os outros que eu li, vou fazendo resenha individual.
Obrigada por lerem aqui, até mais!
Calma aí gente, já tá terminando! Falta só mais uma parte e acaba (hahaha!). Isso que dá passar muito tempo de férias e perceber que ainda tem alguns livros não lidos na sua estante, você fica louca para ler cada um deles. Graças a Deus, a pilha diminuiu e agora fiquei apenas com uns dez para terminar de ler. Vamos lá:
Crash - Nicole Williams
Nota: 9/10
Southpointe High é o último lugar no qual Lucy gostaria de cursar o último ano de escola. Isso até o momento que ela encontra Jude Ryder, um garoto cujo nome é quase um verbo, além de um sinônimo para problemas. Ele tem uma ficha maior que um tese de conclusão, e já teve seu nome suspirado, gritado e praguejado por mais mulheres que Lucy tem coragem de saber, além de viver em uma casa para garotos problemáticos onde ser problemático parece ser um status para os moradores. Lucy teve uma criação estável, e vive para usar as sapatilhas de bailarina, além de ter em seu futuro a certeza de ir para Juilliard, tentando se manter longe de problemas. Até agora. Jude é aquilo que ela precisa evitar se ela quiser separar seu passado de seu futuro. Ficar longe, ela vai acabar descobrindo, é a única coisa da qual ela é incapaz. Para Lucy Larson e Jude Ryder, amor vai acabar sendo aquilo que vai destruí-los
Bom, vocês devem estar de perguntando novamente "ué, mas você disse que não gostava de ler new adult?" New Adult não faz meu gênero favorito, porém às vezes se torna o meu guilty pleasure (hahaha!), mas falando sério, apesar de não fazer muito meu gênero, eu leio bastante coisa, inclusive os tão famosos new adult. E alguns chegam até a me surpreender (já me peguei viciada em bastante livros do gênero como Belo Desastre, Entre agora e o nunca, Métrica...) e agora Crash! Duas coisas me levaram a ler esse livro: a primeira delas foi a capa que me chamou muito a atenção, por um impulso de apenas ver a capa senti vontade imensa de ler o livro. A segunda foi os comentários que eu li a respeito do livro, algumas pessoas vieram me indicar o livro e algo que me chamou atenção (e que já tinham me avisado), foi a influência dos Beatles na construção desse livro. Como boa fã, fui dar uma conferida.
O plano de fundo é bem clichê, o bad boy e a mocinha que se atraem quase que na primeira vista, no início do livro foi exatamente isso que eu pensei! Confesso que, nas primeiras páginas foi tudo muito chato e bem previsível, mas aí eu pensei "não pode ser só isso", e exatamente: Não foi! Acabei meio que lendo o livro em um dia. A história acaba sendo tão engraçada - o pai da Lucy é uma graça! - mas ao mesmo tempo tão trágica, que acabei me prendendo ao livro. Tanto Jude como Lucy, tem sua carga de problemas pessoais e o final do livro, também o modo como suas vidas se encaixaram no passado, foram surpresas para mim.
Eu achei bem interessante no livro, como eu falei anteriormente, é a influência dos Beatles no plano de fundo. Foi super engraçado ver uma banda que eu sou muito fanática como influência em um livro! Quem gosta de um bad boy e uma mocinha como protagonistas, fica a dica para leitura.
Forever too far - Abbi Glines
Nota: 8/10
Mas como eu li new adult, hein!? Não esperava que fosse ler tanto desse gênero nas férias (hahaha!), contudo precisei terminar de ler a trilogia da Abbi Glines. Creio que esse livro mais como um pedido de desculpas pelo segundo da trilogia (Never too far) e um final tão merecido para o Woods, Blaire e Rush! Nesse livro conhecemos, finalmente, o pai do Rush em um ângulo melhor e aprendemos a odiar mais tanto a Nan como a mãe (sério, que bruxa!). Falar em Nan, nesse livro até que ela deu uma melhorada na sua forma de veneno, e descobrimos até um segredo dela com o Grant. Mas o meu esperado nesse livro era mesmo o final do Woods, um personagem que eu me aperfeiçoei tanto e que merecia um final super merecido. E teve!
Vimos também a Blaire se tornando mamãe e a família do Rush se adaptando a nova chegada. Em si, o livro mais se pareceu um grande epílogo, porque a história por si já estava meio "batida", por isso o início do livro pode ser até meio chatinho e etc, mas o final sim foi merecido para a maioria dos personagens (gostaria que a Bethy tivesse aparecido mais nesse livro).
Lolita - Vladimir Nabokov
Nota: 9,5/10
Irreverente e refinado, este é um dos romances mais célebres de todos os tempos. É também uma aventura intelectual que não deixa ninguém indiferente, um relato apaixonado de uma sensualidade alucinada, uma autópsia implacável do modo de vida americano. De um lado, um homem de meia-idade, obsessivo e cínico. De outro, uma garota de doze anos, perversamente ingênua. A química se faz e dá origem a uma obra-prima da literatura do nosso século. 'Lolita' é chocante, desafia tabus, escandaliza. O livro foi incorporado ao imaginário coletivo da modernidade, e até o nome da personagem tornou-se um substantivo corrente, provas do alcance e da genialidade do autor.
Polêmico. É basicamente o que você pensa quando está lendo Lolita, justamente pela forma com que o autor traz um tabu e é considerado uma clássico da literatura moderna. O livro foi recusado várias vezes antes de ser publicado (e mesmo quando foi publicado sofreu várias rejeições, onde tiveram países que o proibiram). Mas, por que eu decidi ler esse livro? Bom, como eu já disse anteriormente, meu gosto literário é um tanto quanto diferente e clássicos são sempre um grande passo para se ler, principalmente quando se envolvem tabus.
O livro é narrado em primeira pessoa - Humbert Humbert - recém separado (e que no início do livro, você vai perceber que ele está preso e escrevendo em seu diário), que acaba alugando um quarto na casa de Charlotte Haze, viúva. Charlotte tem uma filha de 12 anos (você leu certo! 12 anos e enquanto Humbert tinha 40), chamada Dolores (a Lolita de Humbert). Dolores não é nenhuma flor que se cheire - mimada e infantil - e quando ela percebe o que acaba causando em Humbert, sempre faz coisas que possam de certa forma provocá-lo. A paixão de Humbert por Dolores era tão grande que ele passava horas escrevendo sobre ela em um diário secreto e até mesmo se casa com a mãe dela para ficar mais próximo da garota, e para a situação se complicar, depois de um certo tempo Charlotte acaba falecendo. Sem saber o que fazer e como contar a menina, Humbert acaba levando Dolores para viajar pelas estradas da América do Norte.
Humbert sempre sentiu atração por meninas mais novas (tanto é que foi desse livro que vieram adjetivos do tipo ninfeta, era como o Humbert chamava as meninas mais novas), atração é modo pequeno para se falar, ele tinha uma paixão doentia e sim Humbert é um homem perturbado, de uma mente altamente doentia e que muitas vezes eu sentia nojo de mim mesma por estar lendo esse livro. Apesar de Humbert sempre afirmar que nunca queria machucar a garota, pois sempre afirmou estar apaixonado por ela - e nunca ter realmente acontecido um estrupo - é um livro difícil. Não é um livro para qualquer pessoa, não é sobre qualquer bad boy com sua mocinha em perigo, é um livro pesado e que se trata de um tema muito forte. Tive dificuldade de terminar de lê-lo pelo seu grau de intensidade (parei diversas vezes no meio da leitura me perguntando o motivo de estar lendo-o), mas o que me fez dar uma nota tão alta a esse livro tão escandaloso? Basicamente: curiosidade. A forma como o Vladimir escreve chega a ser surreal (é um livro de muita metáfora, falas complicadas e etc), ele é tão profundo nas emoções que ele descreve pela Lolita, que você as vezes chega a se confundir nos sentimentos perturbadores de Humbert. Vladimir teve muita coragem de fazer críticas sociais escrevendo um livro tão profundo como Lolita.
Não recomendo esse livro para todo mundo, quem quiser ler terá que ter uma grande coragem para entrar em uma mente tão doente e pervertida como a de Humbert. É um romance que desafia tabus, mas que não deixa de ser considerado um clássico.
O livro teve duas versões para cinema (não consegui ver as duas, apenas a de 1997).
A Lua de Mel - Sophie Kinsella
Nota: 10/10
Skoob
Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas.
Esse livro foi mais um "tira minha tensão e relaxa" depois que terminei de ler Lolita. Ele é simplesmente hilário e ele sempre se passava na minha cabeça como um daqueles filmes de comédia romântica. Lottie é aquela típica mulher que acha que encontrou seu princípe encantado enquanto namorava Richard, um relacionamento duradouro, até que depois dele chamá-la para sair, ela percebe que Richard não era bem seu "homem dos sonhos" e os dois terminam. Aí ela começou aqueles pensamentos de "ah, nenhum homem presta", e quem a ajudou nesse momento foi Fliss, sua irmã mais velha, que também passava por um momento crucial na sua vida amorosa.
Até que Lottie, com seu tão desejo de se casar, acaba encontrando um antigo relacionamento seu. Ben, que ainda estava apaixonado por ela - depois de tantos anos - a pede em casamento. Lottie - claro - aceita, mas Fliss acha que ela está cometendo um outro erro. Ela encontra um aliado, que também acha essa ideia maluca, Lorcan. Amigo de Ben, ele acha que essa ideia de casamento repentino só iria prejudicá-lo. É a partir daí que Fliss e Lorcan decidem transformar a lua-de-mel de Lottie e Ben num misto de bagunça e comédia.
Tive curiosidade em ler esse livro, pois ela foi a mesma autora de "Delírios de consumo de Becky Bloom", um dos meus queridinhos. Então valeu a pena ler esse livro, é uma leitura super calma e bem engraçada, e que flui bastante rápido. Numa hora você começa e quando menos espera, já tem terminado.
A Elite - Kiera Cass
Nota: 9/10
Skoob
A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.
Meu amor por essas capas da trilogia da Kiera só aumentam, mas falando sobre a resenha: A Elite foi um livro que eu fiquei um tanto em cima do muro. Vou explicar: eu gostei pelo fato de mostrar um lado insuportável (e mais insuportável ainda no caso da Celeste) que cada um tem, porque ninguém é perfeito, nem mesmo Maxon que eu tinha uma imensa afeição no primeiro livro escapou. Foram imensas as cenas, que até eu, fiquei com ciume dele (me colocando na situação da America, claro) e tiveram coisas que ele fez que eu fiquei com um "o que tá acontecendo, afinal?" no meio da minha testa, mas que no final eu acabei entendendo suas razões. E também ganhou meu ponto positivo por aprofundar mais a questão política em Íllea e mostrar que nem de água e açúcar vai viver a nova princesa - são bem intensas algumas cenas em que os rebeldes atacam. Porém o que me mais me desgastou no livro foi a America e o Aspen.
America, que era tão legal no primeiro livro, ficou em um chove não molha no segundo que chegou a ser irritante - mas seu jeito imprudente também chegava a me dar nos nervos -, eu até me coloquei no lugar dela, mas no lugar dela eu já teria minha escolha feita, Maxon e até mesmo Aspen perderam a paciência com ela nesse livro. Falar em Aspen, foi meu outro ponto no livro. Eu não sei de muita coisa sobre ele - além de que ele é louco pela America - e nesse livro a America chegou a dar tantas patadas nele, que chegou a me dar pena - espero que ele tenha um final feliz.
Falar em final feliz, foi o que a Marlee não teve. Eu gostei da Marlee desde o primeiro livro e nossa, nem posso deixar de ficar chocada com o que houve. Mas uma pessoa que eu fiquei meio em cima do muro, depois de A Elite, foi Kriss - não sei exatamente qual é a dela, ela as vezes é boa demais - Já a Celeste, continua sempre um pé no saco.
Super ansiosa para ler logo The One!
Bom, dando continuidade ao "Livros lidos nas férias" segue aqui a segunda parte. Aqui eu listo alguns livros (tipo, uma resenha coletiva) de alguns livros que eu vinha lendo desde novembro até agora.
Never too far - Abbi Glines
Nota: 7/10
"Ele guardou um segredo que destruiu seu mundo.Tudo o que ela conhecia já não era mais verdade. Blaire não poderia deixar de amá-lo, mas ela sabia que nunca poderia perdoá-lo. Agora, ela estava de volta em casa e aprendendo a viver de novo. Seguindo em frente com a vida. Até que algo aconteceu para fazer seu mundo girar mais uma vez. O que você faz quando a única pessoa que você nunca poderá confiar novamente é aquele quem você precisa confiar tão desesperadamente? Você mente, esconde-se, evita e, reza para que seus pecados nunca sejam descobertos."
Se em "Fallen too far" eu dei nota 8, em "Never too far" essa nota teve que descer 1 ponto. Não que o livro seja ruim, pelo contrário, ele me dá algumas explicações que eu fiquei em dúvida no primeiro, porém o segundo livro da trilogia "Too far" meio que acabou com alguns pontos que eu tinha em relação à alguns personagens. A Nan só prova ser uma menina fútil e mimada que vemos no 1º livro, sendo que no 2º ela fica insuportavelmente pior. A Blaire, fora os acessos de "grávida tarada por sexo", volta a ter parte da sua personalidade independente que vemos no início do primeiro livro. O Rush foi um dos personagens que mais me decepcionou no livro, tem cenas no livro que ele está totalmente rude com a Blaire o que me deixou muito irritada. A grande surpresa do livro é o Woods, personagem que cresceu muito e apareceu! Conseguiu provar sua personalidade e conquistar mais um espacinho que ele tinha na minha escada da consideração (ganhando até mais pontos que o próprio Rush).
"Never too far" não me atendeu as expectativas que eu consegui no primeiro livro, mas o final do livro você acaba descobrindo mais sobre o passado do pai da Blaire e até consegue tirar alguns rancores que criou dele em "Fallen too far".
Quem é você, Alasca? (Looking for Alasca) - John Green
Nota: 10/10
Skoob
Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".
Uma das minhas maiores surpresa das férias! O livro virou um dos meus "queridinhos" e sem dúvidas é um dos meus favoritos na minha estante. John Green conseguiu criar um livro que conseguiu me chamar atenção (seja por capa - que olhos!- título e até mesmo sinopse). É um livro belíssimo (eu não vou contar muito aqui, para que vocês leiam o livro e entendam o que eu estou falando), são personagens com diversos questionamentos, mas que vão "se entendendo" ao longo do livro, fala também sobre a importância da amizade.
É basicamente separado em "Antes" e "Depois", no qual você acompanha os personagens melhor e mais detalhado. Alasca é um misto de dúvida, insegurança, mas também de liberdade, e é ela quem leva Miles a conhecer a juventude. É um livro sobre ensinamentos também, quem não conhece John Green, esse livro seria uma ótima forma de conhecê-lo.
O Sedutor (The Seducer) - Madeline Hunter
Nota: 8,5/10
Foi a primeira vez que eu li um livro de Madeline Hunter, e bom, foi algo diferente do que eu estava acostumada a ler. É uma escrita mais elegante, é um romance histórico e foi um livro que eu nunca li. Bom, a história chega a ser bem clichê e tem uns trechos do livro que me deixaram com sono, porém consegui terminar de ler o livro a tempo de perceber que: meu forte não são romances históricos com muito clichê envolvido. O Daniel chegou a me dar medo em algumas partes do livro, mas em outras ele pareceu tão frágil que me deixou um pouco confusa (eu imaginei o Daniel como o Orlando Bloom hahaha!) e tiveram cenas que ele se tornou tão possessivo com a Diane que me deixou com raiva.
Alguns trechos esqueceram do romance, mas uma cena que me chamou bastante atenção foi a cena em que Diane acaba se entregando a Daniel, o jeito que a autora escreveu tornou o momento com um toque de "classe", que até eu fiquei surpresa. Bom, para quem gosta de romances históricos, fica aí uma dica de livro que pode ser bem interessante.
Cretino Irresistível (Beautiful Bastard) - Christina Lauren
Nota: 7/10
Uma estagiária ambiciosa. Um executivo perfeccionista. E um relacionamento ardente e totalmente perigoso! Esperta, dedicada, prestes a cursar um MBA, Chloe Mills tem apenas um único problema: seu chefe, Bennet Ryan. Ele é exigente, insensível, sem consideração – e completamente irresistível. Um belo cretino. Bennet acaba de retornar da França para assumir um cargo importante na empresa de comunicações de sua família. Mas o que ele não poderia imaginar era que a pessoa que o ajudava enquanto ele estava no exterior era essa criatura linda, sensual e totalmente irritante que agora ele tem de ver todos os dias. Ele nunca foi do tipo que se envolve em relacionamentos no ambiente de trabalho, mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar essa regra – ou quebrá-la de uma vez – para tê-la. Por todo o escritório! Mas o desejo que um sente pelo outro cresce tanto que Bennet e Chloe terão de decidir o que estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.
Bom, o livro em si é bem engraçado e várias vezes eu me via rindo em algumas cenas, mas não sou muito fã de livros que mostram cenas demais de sexo, porque acaba que a história do livro fiquem só naquelas cenas e acaba ficando meio "vago". Eu gosto e desgosto, por exemplo, nas cenas mais "calientes" de "Entre agora e o nunca" foi algo que estava no contexto do livro, algo que chegou a ser explícito, mas que não se tornou o foco principal do livro, já que a cena de sexo era algo que já estava predestinado no livro, mas o foco do livro não eram as cenas. Já passo a não gostar quando vira uma espécie de Cinquenta Tons, porque o foco do livro passam a ser em sua maioria cenas muito explícitas de sexo o que, muitas vezes, faz com que a história fique apenas naquelas cenas de sexo. Eu nunca cheguei a ler Cinquenta Tons de Cinza por completo (parei na metade do primeiro livro), e acho que já deixei bem claro que gênero de submissão não faz muito o meu estilo. Enfim, é basicamente o que acontece em "Cretino Irresistível", tirando a parte de submissão, são muitas as cenas de sexo explícitas no livro.
A Chloe tem uma personalidade forte nunca se deixa abalar, entre outras coisas, e ela se tornou uma personagem na qual eu acabei me aperfeiçoando. Já o Ryan, foi um daqueles personagens em que hora eu gostava e horas eu detestava. E os dois tem a típica relação cão e gato, vivem trocando elogios (do tipo "megera" ou "cretino"), mas que no final acabam sedendo a essa paixão.
Ah, assim como Cinquenta Tons, fiquei sabendo que "Cretino Irresistível" também veio de uma fanfic. Não foi um dos meus livros favoritos e nem é um dos meus "queridinhos", contudo conseguiu me tirar algumas gargalhadas. Também não recomendaria para aqueles que não gostam de cenas muito explícitas e/ou repetitivas. Porém, para quem gostou de Cinquenta Tons ou quem gosta de ler algumas cenas mais "picantes" vale essa recomendação.
A Seleção (The Selection) - Kiera Cass
Nota: 10/10
Skoob
Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Ah, ainda tem a parte III e a IV!
A Seleção (The Selection) - Kiera Cass
Nota: 10/10
Skoob
Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.
Foi uma das leituras que eu mais me viciei nas férias! Sério, você fica naquela indecisão sobre quem a America deve ficar "Maxon ou Aspen?" "Aspen ou Maxon?" (é quase como um Peeta x Gale versão Kiera Cass hahaha!). A história se passa em um futuro onde se tem a volta da monarquia e das castas. As castas (que são oito) são divididas pelo dinheiro, profissão e sua posição na sociedade (obviamente as mais ricas estão na 1 e na 2 e as mais pobres estão na 7 e na 8). A Casta Um é a realeza (a mais "abastarda") e "A Seleção" é um grande concurso onde as garotas podem ter a oportunidade de participar da realeza.
A America faz parte da quinta casta e é muito impulsiva e bastante batalhadora. Ela tem um romance proibido com Aspen, da sexta casta (romances entre castas não são bem vistos). E para uma garota, como America, casar com alguém de uma casta inferior é quase que inadmissível. America recebe a carta que a seleciona para participar do concurso, porém ela não leva muita fé que isso vai para frente, contudo pela insistência (até mesmo de Aspen), ela acaba participando.
Junto com America, são 35 garotas em busca do coração do príncipe Maxon. Aí você pensa "Nossa, eu com certeza torço para o Aspen, porque o Maxon deve ser aqueles bem chatinhos e metidinhos da realeza", é aí que você se engana. Maxon é um amor de pessoa, super generoso e você realmente fica na indecisão de quem a America deve ficar, se ela deve lutar por seu primeiro amor Aspen ou se ela continuará na seleção por seu mais novo amigo Maxon (uma dica: Leiam "The Prince" - é uma versão do Maxon antes e depois que as garotas chegam no palácio).
É um livro ótimo e que eu super recomendo! Infelizmente, eu o tinha na minha estante fazia um tempão e só pude ler agora, mas valeu super a pena.
Ah, ainda tem a parte III e a IV!
Aaaah, o tempo de férias, aquele que você consegue por tudo em dia! Séries, filmes, livros, tudo. Passei as férias viajando e toda vez que eu conseguia parar em algum lugar, eu sempre estava lendo alguma coisa. Li muita coisa, até li os acervos da Super (hahaha!). Pensando nisso, decidi fazer uma resenha (no geral) de alguns livros que eu vinha lendo de novembro para cá.
Inferno (Dan Brown)
Nota: 10/10
Skoob
Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.
Eu sou apaixonada por livros ao estilo Dan Brown. Comecei a ler Dan Brown, quando li pela primeira vez "Anjos e Demônios", o livro simplesmente tirou meu fôlego. Ação, suspense e tem sempre uma trama inteligente. A narrativa é sempre bem detalhada (principalmente nas cenas que tem mais ação ou quando ele retrata o cenário). Falando em cenário, esse livro se passa na Itália durante a maior parte do livro (para quem não sabe, eu simplesmente amo a Itália). Langdon sempre tem alguma ajuda feminina (todo Batman precisa do seu Robin) e nesse livro não seria diferente, ele conta com a ajuda de Sienna, uma médica.
Inferno (Dan Brown)
Nota: 10/10
Skoob
Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído.
Eu sou apaixonada por livros ao estilo Dan Brown. Comecei a ler Dan Brown, quando li pela primeira vez "Anjos e Demônios", o livro simplesmente tirou meu fôlego. Ação, suspense e tem sempre uma trama inteligente. A narrativa é sempre bem detalhada (principalmente nas cenas que tem mais ação ou quando ele retrata o cenário). Falando em cenário, esse livro se passa na Itália durante a maior parte do livro (para quem não sabe, eu simplesmente amo a Itália). Langdon sempre tem alguma ajuda feminina (todo Batman precisa do seu Robin) e nesse livro não seria diferente, ele conta com a ajuda de Sienna, uma médica.
Outra coisa que me chamou a atenção foi a referência à obra de Dante Alighieri, "Divina Comédia", já que é a partir dela que ele começa a descobrir o que anda acontecendo desde a sua amnésia.
Fallen too far (Paixão sem limites) - Abbi Glines
Nota: 8/10
Blaire Wynn não teve uma adolescência normal. Ela passou os últimos três anos cuidando da mãe doente. Após a sua morte, Blaire foi obrigada a vender a casa da família no Alabama para arcar com as despesas médicas. Agora, aos 19 anos, está sozinha e sem lugar para ficar. Então não tem outra escolha senão pedir ajuda ao pai que as abandonara. Ao chegar a Rosemary, na Flórida, ela se depara com uma mansão à beira-mar e um mundo de luxo completamente diferente do seu. Para piorar, o pai viajou com a nova esposa para Paris, deixando Blaire ali sozinha com o filho dela, que não parece nada satisfeito com a chegada da irmã postiça. Rush Finlay é filho da madrasta de Blaire com um famoso astro do rock. Ele tem 24 anos, é lindo, rico, charmoso e parece ter o mundo inteiro a seus pés. Extremamente sexy, orgulha-se de levar várias garotas para a cama e dispensá-las no dia seguinte. Blaire sabe que deve ficar longe dele, mas não consegue evitar a atração que sente, ainda mais quando ele começa a dar sinais de que sente a mesma coisa. Convivendo sob o mesmo teto, eles acabam se entregando a uma paixão proibida, sobre a qual não têm nenhum controle. Mas Rush guarda um segredo que Blaire não deve descobrir e que pode mudar para sempre as suas vidas.
A palavra "clichê" é o que define boa parte desse livro. Um bad boy rico que se apaixona por uma boa moça de uma classe menos afortunada que a sua. Já viu isso antes? É, eu também. Não sou muito fã de new adult (as histórias se parecem muito uma com a outra), porém consegui ler esse livro bem rápido até. Ah mari, mas por que você leu sabendo que era o new adult e isso não te chama muito a atenção? Fácil: a carga de drama familiar no livro e alguns personagens secundários são bem interessantes e bem trabalhados - pelo ou menos no primeiro livro. (diga-se de passagem me apaixonei pelo Woods). Mas o que mais me desagradou no livro foi a forma em como eles foram rápidos ao engatar o relacionamento, ou a forma em como suas personalidades mudaram de uma hora para outra (do tipo a Blaire começa como a mocinha toda independente, mas de uma hora para outra depende da atenção de Rush. E Rush, que era todo mulherengo e do tipo "só faço sexo", muda quase que da noite para o dia.)
Fora isso, o livro foi bem legal e o final é surpreendente. Tem outras duas continuações (Never too far e forever too far), que por sinal eu também li as duas e com o tempo vou postando aqui.
Cinder - Marissa Meyer
Nota: 9,5/10
Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.
Imagine aí uma Cinderela. Ok, imaginou? Agora, imagine ela meio robô. Eu não estou brincando, o livro me chamou a atenção por envolver uma história clássica que eu já conhecia, misturando ela em um universo ao estilo sci-fi. E o resultado foi que simplesmente eu amei. Nesse mundo homens e máquinas convivem entre si, e a mocinha da história é parte inumana. E a partir daí temos a parte que nos lembra ao antigo clássico: a madrasta má e suas duas filhas.
E é aí no que a autora me chama atenção: Cinder vive com medo de descobrirem que ele é metade ciborgue, porque eles sofrem uma espécie de "preconceito", por não serem considerados "humanos". Para piorar, Cinder não possui implantes de pele no local onde sua metade máquina aparece, ou seja, ela está sempre de luvas/botas ou algo que possa esconder sua parte "máquina" de outras pessoas.
Cinder trabalha de mecânica e é lá que ela conhece Kai, um princípe herdeiro. E eles se sentem atraídos um pelo outro (Ah, a paixão) e também tem um baile. O livro, de uma forma conjunta, é bem legal e tem várias partes surpreendentes.
Eu sou o número Quatro (I am the number four) - Pittacus Lore
Nota: 9/10
"Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo."
Já mencionei para vocês o quanto meu gosto literário é um tanto rigoroso? Eu gosto de histórias diferentes, com uma boa narrativa e um enredo (ou pelo ou menos a sinopse) consigam chamar minha atenção. Por isso, muitas vezes não sou tão fã de livros com seres sobrenaturais, relacionados a submissão (como Cinquenta Tons) ou o new adult, porque muitas vezes a história se parece com algum outro livro que eu li e acabam ficando meio "passadas" para mim. Ou seja, é uma grande dúvida quando eu começo a ler, por exemplo, histórias sobre aliens.
Ok, admito, tive de ver o filme antes de ler o livro (justamente, porque não sou muito fã de seres sobrenaturais), contudo o filme chamou minha atenção e decidi ler o livro. Resumindo um pouco a história: Quatro (ou John) é um dos nove aliens que vieram para Terra depois do seu planeta ser destruído. Cada um dos nove aliens, vieram com um Cêpan (o que é basicamente um guardião) e eles só podem ser mortos em sequência (e a cada vez que um deles morre, os outros recebem uma cicatriz). Após a morte do número três, John decide mudar com seu guardião (Henri) para uma pequena cidade em Ohio e lá eles tentam viver sua vida do modo mais normal possível. Lá ele conhece Sarah, e eles acabam se apaixonando (!) e a história se desenrola, e ela acaba descobrindo o segredo de John ao longo do livro.
Como Percy Jackson e o ladrão de raios, o livro "eu sou o número quatro" não tem nada a ver com o filme (nada mesmo), então fica a dica de leitura para quem viu o filme (ou quem ainda não viu).
Métrica (Slammed) - Colleen Hoover
Nota: 10/10
O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor.
Você deve estar se perguntando: O que aconteceu para um new adult ganhar um 10? Como falei anteriormente: eu gosto do que é diferente (por isso também dei 10 a "Entre o agora e o nunca") e foi o que exatamente aconteceu com "métrica". É impactante e foi algo que eu nunca li em nenhum new adult. O que me fez ler o livro não foi a sinopse (porque, em geral, não me chamou tanto a atenção), mas sim a capa. Eu simplesmente amei essa capa, ela é simples e me lembrou vagamente a de "Forbidden" (outro livro que eu irei fazer a resenha depois por aqui).
Poesia, amor e tragédia é uma das primeiras frases que lemos após abrir o livro e resume muito bem o livro em si. O livro começa com a morte inesperada do pai de Layken (ou Lake), que faz com que sua mãe e seu irmão tenham que se mudar do Texas para Michigan, por causa da situação financeira. No meio de toda sua tragédia familiar ela conhece Will, seu vizinho (que o seu irmão acaba ficando amigo do irmão de Layken). É mais como "amor à primeira vista" , pois Will tem sua própria carga de dramas pessoais com os quais ele teve que amadurecer com o tempo, já Layken acaba amadurecendo com o decorrer da história.
O que mais me tocou no livro foi o modo como a poesia é recitada. Eu não consigo transparecer todos os meus sentimentos quando eu li o livro, você irá ler e sentir. Métrica é o nome de como uma pessoa recita poesias, expondo seus sentimentos e sua alma no palco.
O livro é bem envolvente e o final é bem interessante. Um dos poucos new adults que eu fiquei com vontade de "quero ler mais".
(Com o tempo vou terminando de postar os outros livros que eu li nas férias e algumas outras indicações)
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Mariana, 17 anos, Brasil. Nunca gostei de me descrever, sempre gostei de ler, escutar música e de ver filmes. Minha vida é meio chata, eu gosto de HQs e futebol. Eu gosto de Ficção Científica, ver seriados, cheiro de livros, sou apaixonada por fotografias. Aqui tem muitas coisas que eu gosto e opiniões pessoais.
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