Título: Fracture me
Autora: Tahereh Mafi
Nota: 8/10
Skoob

Neste eletrizante conto de sessenta páginas que acompanha a série Best Seller Estilhaça-me , descubra o destino dos rebeldes do Ponto Ômega enquanto vão contra o Restabelecimento . Ambientado durante e logo após os momentos finais do Liberta-me, Fracture Me é contado a partir da perspectiva de Adam. Enquanto o Ponto Ômega se prepara para lançar um ataque total contra os soldados do Restabelecimento postados no Setor 45 , o foco de Adam não poderia estar mais longe da próxima batalha . Ele está sofrendo com o seu rompimento com Juliette, com medo pela vida de seu melhor amigo, e mais preocupado do que nunca com a segurança de seu irmão James . E assim quie Adam começa a se perguntar se esta vida é realmente o que ele quer, o alarme toca. É hora de guerra. No campo de batalha , parece que as probabilidades estão a seu favor , mas derrubar Warner, recém-descoberto ser meio-irmão de Adam , não vai ser tão fácil. O Restabelecimento não pode tolerar uma rebelião , e eles vão fazer de tudo para esmagar a resistência . . . inclusive matando todos que Adam mais se preocupava. Fratura Me prepara o palco para Ignite Me, o final explosivo da série distópica épica de Tahereh Mafi.





Preciso começar dizendo: a Tahereh não falha! Porém, nesse livro não me agradou muito. Desde que eu li "Destroy me" não consegui mais odiar o Warner, todo meu ódio se transformou em compaixão, em amor. O mesmo não aconteceu com o Adam.

Eu costumo comparar o Adam ao Aspen de "The Selection". A sensação de quando eu li "Fracture me" foi a mesma de quando eu li "The Guard": eu não senti absolutamente nada. Toda a emoção, toda aquela compaixão de descobrir sentimentos novos, aquele ódio por alguém ter destruído toda sua vida não veio com o Adam, foi simplesmente uma história a partir do Adam, mas nada além disso.

"Warner era insano" (Adam)

O Adam tem certos momentos em que me irritava. O Adam julga demais o Warner sem nem conhecer 0,5% de quem ele realmente é e vive chamando o Warner sempre de "psicopata, insano, sociopata" e sempre querendo se mostrar que ele é maior que o Warner (o que se tornou ridículo), mesmo sabendo do segredo que eles compartilham. Ele ainda é um bom garoto, mas ainda passa uma ideia de possessividade com a Juliette. Fora isso, ele se mostra bem preocupado com o James e contou alguns pontinhos no quesito "Irmão-quase-mais-velho"

"Warner não é nem humano, eu não deveria ficar comparando ele a mim. Afinal, ela não é o tipo dele" (Adam)

Foi um conto que eu não gostei muito, mas quem gosta do Adam (e principalmente do Kenji) vale a recomendação. 

Título: Ignite me
Autora: Tahereh Mafi
Nota: 10/10
Skoob

Juliette agora sabe que ela pode ser a única pessoa que pode impedir O Restabelecimento. Mas, para derrubá-los, ela vai precisar da ajuda da única pessoa que ela nunca pensou que podia confiar: Warner. E como eles funcionam juntos, Juliette vai descobrir que tudo o que ela achava que sabia sobre Warner — suas habilidades, e até mesmo Adam — estavam errado. Em Estilhaça-me, Tahereh Mafi criou uma história cativante e original, que combinou o melhor de distópico e paranormal e foi elogiado pela Publishers Weekly como "Uma emocionante leitura de um autor que não tem medo de correr riscos." A sequência, Liberta-me, deixou os leitores com o coração batente forte em meio à revira-voltas, e a autora Kami Garcia, que escreveu best-seller do New York Times "Dezesseis Luas", disse que era "Perigoso, sexy, romântico e intenso." Agora, este último livro traz a série para um clímax final e chocante.

"In Tahereh we trust", tipo o Nolan. Que livro, que escrita, que evolução, que final! Só senti falta de um epílogo (Mafi, quero mais Warner). Ainda não acredito que acabou e ainda não acredito quanto tempo eu demorei para começar a ler essa trilogia! É chocante do início ao fim e tudo que você acredita nem sempre é o que realmente é. Os vilões, que vilões, são bem criados fazendo com que os mocinhos passem apenas por crianças.

"Você deveria criar um cachorro, querida. Eu ouvi dizer que eles tem as mesmas qualidades" (Warner)

Vamos começar pela Juliette, nossa protagonista. No primeiro livro, a insegurança era 99,9% dela, ela tinha medo do mundo e da própria capacidade dela. No segundo livro, temos a confusão, por medo de descobrir que ela é forte o suficiente e ela acaba se encontrando perdida demais nos próprios sentimentos. No terceiro livro, ela cresce, ela aparece, ela aprende. Juliette descobre seu verdadeiro destino e suas próprias habilidades, descobre que ela é forte o suficiente para fazer dela uma mulher destinada e independente, bem diferente da garota assustada que vemos no primeiro livro.

"Você me quer e isto está matando você" (Warner)

Grande parte dessa sua grande mudança foi (além de si mesma) o seu relacionamento com Adam e também com Warner. Adam me deixou irritada nesse livro, a evolução dele foi ao contrário. No primeiro livro, eu tinha Adam como o herói, mas a partir do segundo livro ele me pareceu bastante inseguro com seu relacionamento com Juliette, a ponto de agir como uma criança que perde seu brinquedo em "Ignite me". Ele age imaturamente em boa parte do livro, o que me deixou muito irritada com a evolução do Adam.

"Warner não estava ajudando você, ele estava te torturando" (Adam)

Já o Warner, ah o Warner. Melhor evolução que essa no livro? Não existe. Warner foi aquele vilão odiado, que considerávamos psicopata e que era movido a mortes e a sangue frio. Comecei a mudar de opinião quando li "Destroy me", vi suas experiências, seus sofrimentos e toda a sua angustia, e comecei a entender sua dor. No segundo livro, comecei a me aprofundar nos seus sentimentos e vi que ele era um homem apaixonado. No terceiro livro, sinto que consegui entende o Warner de verdade. Warner viveu muita coisa, sua história é triste e comovente. Seu pai a causa de tudo. Warner foi despedaçado e viveu sozinho por muito tempo. Juliette o julgou tão errado, assim como todos fizeram também. Ninguém o compreendeu toda sua vida e ele decide partilhar isso com a Juliette. É emocionante e angustiante saber que ele sofreu tanto, apesar dele ter machucado tantas pessoas, Warner nunca foi o "mocinho", ele nunca admitiu que era. Warner sempre foi o vilão e a Tahereh soube criar uma linha entre a bondade e a maldade. Nessa linha se encontra Warner.

"Eu quero você. Eu te quero tanto que isso me assusta" (Juliette)


Fora tanta tensão de "com quem eu fico agora" se encontra Kenji. Roubou as cenas todas as vezes que aparecia, seu senso de humor e sua forma de pensar sempre positivo apesar de tudo é revigorante, é estimulante. Kenji evoluiu, mas sempre manteve em quem ele era. Assim como Warner. 

"Ignite, my love. Ignite" (Warner)

O final do livro foi épico e tinha como tinha de ser. Sem mais delongas, mas senti falta do epílogo. O livro foi chocante, apaixonante e intenso, extremamente intenso. Não é um clássico, mas foi original, conquistou pessoas e criou personagens interessantes.

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Mariana, 17 anos, Brasil. Nunca gostei de me descrever, sempre gostei de ler, escutar música e de ver filmes. Minha vida é meio chata, eu gosto de HQs e futebol. Eu gosto de Ficção Científica, ver seriados, cheiro de livros, sou apaixonada por fotografias. Aqui tem muitas coisas que eu gosto e opiniões pessoais.

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