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Título: A escolha
Autora: Kiera Cass
Nota: 10/10
Skoob
Sinopse: A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.
Autora: Kiera Cass
Nota: 10/10
Skoob
Sinopse: A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.
A sociedade sempre se preocupou em escrever sobre o futuro isso porque não há como saber o que está por vir, se vai ser bom ou ruim. Está aí a graça em todas as distopias que eu li até hoje: em geral o futuro é sombrio, com uma sociedade altamente dividida e com algo que você não goste convivendo com você. Desde as distopias clássicas como Laranja Mecânica do Burgess até as distopias juvenis como A Seleção temos a curiosidade em saber como estaremos vivendo no futuro na mente de cada autor, claro, alguns o futuro é sombrio e obscuro para outros nem tanto, mas em geral todos os autores buscam um alerta nas distopias: alertar o hoje sobre o possível futuro. Em várias distopias que eu li o tema meio ambiente foi recorrente. É sem dúvida um dos meus gêneros favoritos e fiz questão de abordar alguns temas de distopias aqui.
Título: Estilhaça-me (Shatter me)
Autora: Tahereh Mafi
Nota: 9,5/10
Skoob
Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.
Autora: Tahereh Mafi
Nota: 9,5/10
Skoob
Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.
Etiquetas:crítica,destroy me,livros,resenha,shatter me,tahereh mafi,unravel me
Estrelando: Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse
Nota: 9/10
Título: Reviving Izabel (Na companhia de assassinos #2)
Autora: J. A. Redmerski
Nota: 9/10
"Desejo e reparação", 2007, Joe Wright - Reino Unido/França
Estrelando: Keira Knightley, James McAvoy e Saoirse Ronan
nota: 10
A culpa realmente é um dos piores sentimentos existentes, uma pessoa que pode falar de culpa é a Briony Tallis, uma guria de 13 anos mimada e muito rica. Briony (Briony aos 13, Saoirse Ronan) gosta de passar o tempo escrevendo peças/livros e em um dia muito quente de verão, ela decide fazer uma peça especialmente para o seu irmão, Leon, que está chegando.
Além desse lado escritora, Briony nutre uma paixão platônica por Robbie (James McAvoy), filho de uma das criadas da casa e que esse é apaixonado por Cecilia (Keira Knightley), que também é apaixonada por Robbie.
Briony além de prepotente, é criativa. E é com essa criatividade que ela vai acabar levando a história para outro rumo. Ela ensaiava com seus primos e a irmã mais velha deles, Lola. Na cabeça de Briony estava tudo perfeito, até que ela cai em si e percebe que a realidade é bem diferente daquela que ela imaginara.
O filme tem flashes muito bons, variando entre o presente e o passado e visões diferentes. Uma das cenas que fica bem explícito isso é a da fonte, onde Cecilia mergulha nela apenas em trajes íntimos com Robbie observando. Na cabeça infantil de Briony aquilo é algo monstruoso, mas na verdade Cecilia e Robbie tinham discutido e uma peça do vaso de flores que ela segurava quebrou, caindo na água fazendo com que ela tivesse que pegar. Normal? Não para Briony que já imaginou que Robbie era um monstro se aproveitando da ingênua Cecilia.
Cecilia é aquele típico personagem que está tentando se descobrir e muitas vezes começa a agir por impulso, apenas para provar que sabe fazer tal coisa. Enquanto Robbie é o típico bom moço da história, que conseguiu um diploma em Cambridge (com ajuda do pai de Cecilia) e que planeja se graduar em medicina. Todos esses sonhos destruídos por apenas um ato.
Após isso, as coisas vão começando a ficar tensas depois que Robbie escreve um bilhete para Cecilia e quem acaba lendo é Briony. Para quê? Isso só atiçou ainda mais a mente hipercriativa da menina. Logo mais tem a cena da biblioteca (e que cena!), Robbie e Cecilia tem um momento íntimo onde os dois se declaram e se entregam e quem vê? Briony! A partir dessa para quando Lola é violentada são segundos.
A história se passa anos antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Joe Wright conseguiu capturar cenas fantásticas durante as cenas de Robbie atuando como soldado e, no livro, Ian conseguiu descrever muito bem a mente criativa de Briony interpretando os fatos.
Passam anos e vemos o quando essa acusação foi capaz de fazer. Robbie agora como soldado, Briony como enfermeira, Cecilia, que jurou não mais voltar para sua casa, como enfermeira e o mais chocante de todos, Lola se casando com seu antigo violentador.
Robbie e Cecilia até chegam a se encontrar nesse meio tempo de Guerra e tudo, mas é sempre algo incerto e chegam até a trocar promessas de amor eterno, mas o final...
O livro é dividido em 3 partes: a 1ª mostra justamente o início de tudo e de como a vida dos Tallis e seus convidados mudaram após uma acusação feita; a 2ª parte mostra Robbie na Segunda Guerra, e nessa parte ficamos sabendo da sua despedida e de seus medos/esperanças; a 3ª parte foca em Briony atuando como enfermeira e mostrando o porque ela fez tudo aquilo. E ainda temos o chocante epílogo e mais chocante ainda por eu ter conseguido sentir um pouquinho de simpatia pela Briony.
O final então? cabe a vocês verem aqui abaixo...
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Mariana, 17 anos, Brasil. Nunca gostei de me descrever, sempre gostei de ler, escutar música e de ver filmes. Minha vida é meio chata, eu gosto de HQs e futebol. Eu gosto de Ficção Científica, ver seriados, cheiro de livros, sou apaixonada por fotografias. Aqui tem muitas coisas que eu gosto e opiniões pessoais.
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